É não quero parecer chata mas mas vou falar da estréia da novela Caminho das Indias...
As coisas que eu já cansei de falar por aqui e no Orkut passaram por lá...
Quanto à abertura achei interessante...mas não magnífica....
Juliana Paes não me surpreendeu como Maya (aliás eu gostaria de ter visto Camila Pitanga nesse papel)...Mas como não sou eu quem decido, vai Juliana mesmo...
Ah, achei que eles dançam muito, por toda parte tem gente dançando como se na India as pessoa vivessem em festa o dia inteiro....
Lima Duarte como um brâmane defendendo e pegando um menino dalit para criar...Achei fantasioso demais... Sei que é ficção, que talvez até um brasileiro faria isso...mas ele sendo de uma casta superior com aquele discurso: "Ele foi criado por Deus" etc...Viajaram na maionese...
O personagem do Tony Ramos, Opash, mostrou como os indianos agem com os dalits...O filho tinham tocado no menino dalit e ele falou que era impuro etc...Esse sim é o verdadeiro comportamento dos indianos em relação à isso...
Bem, fiquei feliz por que a música que eu já gostava (está até no meu blog pra quem quiser ver) "Salaam" do filme Umrao Jaan... "adurei" hehehhehe:
Já a música Kajra Re que eu pensei que fosse da abertura só foi tocada quando a menininha indiana estava dançando na casa de Opash..Mas valeu a pena...
Vale lembrar da personagem de Cléo Pires que vive a mulher de Danton Melo, eles tem uma filhinha e a sogra diz que ela tem QUE TER UM FILHO HOMEM...
Agora o que eu gostei mais foi quando o personagem do Rodrigo Lombardi.
Ele faz um indiano que tem uma namorada brasileira (agora será febre nacional um namorado indiano), uma cena bem curiosa é dele com a brasileira numa boate, dançando, se agarrando...Quando ele fala que quer colocar o mangala sutra no pescoço dela , ela fica assustada e pergunta o que é isso mangala sutra..então ele explica que é o colar que é colocado nos noivos na cerimômia hindu... Mas carambola na trama ela já está com ele mais de dois anos e não sabe o que é mangala sutra???
Ele faz um indiano que tem uma namorada brasileira (agora será febre nacional um namorado indiano), uma cena bem curiosa é dele com a brasileira numa boate, dançando, se agarrando...Quando ele fala que quer colocar o mangala sutra no pescoço dela , ela fica assustada e pergunta o que é isso mangala sutra..então ele explica que é o colar que é colocado nos noivos na cerimômia hindu... Mas carambola na trama ela já está com ele mais de dois anos e não sabe o que é mangala sutra???
Ao voltar para a India ele está bem diferente....ele conversa com o irmão que tem uma namorada brasileira e tal...Então é perguntado ao Raj se ele falará com a família sobre isso...O que ele responde?Ainda não sei é a resposta...Com aquela care de preocupado...
Não precisava de uma novela para saber que eles não gostam da idéia dos filhinhos queridos (mesmo os que estudam fora , viajam) que se casem com nós pobres ocidentais....
E a namorada do Raj falando em largar emprego para ir viver na India hahhaha coitada nem sabe o que a espera...a família dele já está procurando alguém para o filho se casar hehehhe...
Glória Perez acertou quando escreveu essa peronagem que se apaixona pelo indiano Raj:
"Duda é uma mulher moderna, inteligente e... Muito apaixonada! A morena conheceu Raj, um indiano que veio fazer negócios no Brasil, e se encantou pelo rapaz. Ele também ficou caidinho pela carioca e, depois de algum tempo de namoro, entre idas e vindas da Índia para o Brasil, Raj decide tomar um passo importante: pedir Duda em casamento.
“Não quero mais viver longe de você! Não consigo! Estou louco para amarrar o magala sutra em você!”, exclama Raj, referindo-se ao colar de casamento que, na Índia, corresponde às alianças dos noivos.
Feliz da vida, a morena não hesita em vender todas as suas coisas, inclusive seu apartamento, e deixar seu emprego. Tudo para poder se mudar para a Índia com seu amado. Duda só não imagina o que ainda está por vir. A família de Raj, muito ligada às tradições de seu povo, pode não aceitar tão fácil que o rapaz se case com uma estrangeira. E agora?
“Não quero mais viver longe de você! Não consigo! Estou louco para amarrar o magala sutra em você!”, exclama Raj, referindo-se ao colar de casamento que, na Índia, corresponde às alianças dos noivos.
Feliz da vida, a morena não hesita em vender todas as suas coisas, inclusive seu apartamento, e deixar seu emprego. Tudo para poder se mudar para a Índia com seu amado. Duda só não imagina o que ainda está por vir. A família de Raj, muito ligada às tradições de seu povo, pode não aceitar tão fácil que o rapaz se case com uma estrangeira. E agora?
Olhe fiquei preocupada depois que a amiga de Maya diz para ela: "Um encontro no Taj...é bom sinal...um amor que começa no Taj durará a vida toda e em outras vidas"...
Tragam-me os sais...As agências de turismo vão ter um lucro estrondoso, passagens para a India se esgotarão rsrrss...Vai ser a caça ao Márcio Garcia e ao Rodrigo Lombardi no Taj hahha
E o bar de indianos na Lapa...Achei bem curioso rsrs
Não é só minha opinião, até na reportagem abaixo diz que a novela Caminho das Indias tem semelhanças com a Novela O Clone!!!
E as casas dos personagens, será que todos na novela farão papéis de pessoas com uma condição financeira boa?Não terá um núcleo dos pobres?É esperar pra ver...
"Caminho das Índias estreia confusa, mas empolgante"
Estreou nesta segunda-feira, dia 19 de janeiro, a novela global Caminho das Índias, e o primeiro capítulo foi marcado por um visual incrível e trama interessante, mas também por pequenos deslizes e chavões característicos de Glória Perez.
Não tem como negar que o cenário escolhido para a trama foi um acerto em cheio. A Índia, além de ser belíssima, possui costumes em partes desconhecidos por muitos brasileiros.
Ver uma nova cultura e imagens de um país tão distante já são um bom motivo para se interessar pela novela. Viúvas que se vestem de branco, homens que usam uma marca na testa são casados e colar de casamento em vez de aliança já são uma mostra das curiosidades. Nem é preciso dizer que a nova moda de brincos, roupas e lenços vai pegar, não é?
A direção da novela também está ótima, belas tomadas e enquadramentos diferentes. Muito interessante o uso de janelas e portas para fazer a transição das cenas entre Índia e Brasil. A abertura do folhetim, dinâmica e repleta de elementos da cultura indiana, ficou show de bola.
A produção de Caminho das Índias conta com detalhes impecáveis. Desde a arquitetura das casas (maravilhosas, por sinal) figurinos, flores naturais, frutas frescas no cenário. Até o escritório da casa de Raúl (Alexandre Borges) é impressionante. A foto de Deborah Bloch é linda, assim como esculturas e antiguidade. Sem contar o fusca conversível de Murilo (Caco Ciocler), um charme!
Sobre o idioma, há certa confusão. As expressões são traduzidas o tempo todo, como se os personagens não entendessem. Ok, a novela tem um desconto, que é para que nós, o público, entendamos, mas nada justifica, por exemplo, a confusão na trama.
Observe a cena em que Maya trabalha como atendente de um banco. Ela fala em inglês, e o executivo Cadori, no Brasil, fala em português. Ela continua falando em inglês, e ele, em português. Aí, ao desligar o telefone, ela começa a conversar em português com a amiga?! Ficou bem estranho.
Não vou entrar no mérito do sotaque carioquês de Márcio Garcia ou do meio caipira de Lima Duarte. Isso poderia ser mais bem trabalhado na novela.
Outro ponto meio confuso é a religiosidade do próprio Lima Duarte (Shankar). Primeiro, ele contesta a cultura e a discriminação contra os impuros, dizendo que o mesmo Deus mora em todos. Depois, ele já fala em deuses. Então, mostra o ator oras contestando os costumes, ora seguindo. Vai ver ele só contesta alguns pontos, tudo bem, mas isso também ficou meio perdido na trama. Seria mais interessante se ele fosse mais coerente, como Tony Ramos.
Outros pontos menores também chamam a atenção. São detalhes curiosos. A casa de Maya tem um jardim de inverno igual ao da novela O Clone. As danças, que fizeram sucesso na novela do Marrocos, continuam em Caminho das Índias (a pequena indiana, aliás, arrasou). A personagem Inês, revoltadinha, ouve Pitty. Os irmãos, executivos, saem na porrada dentro da empresa (bizarro).
Mara Manzan (Ashima) é a Dona Jura reloaded, com direito a barzinho e tudo. Vera Fisher faz o mesmo papel que fez em Laços de Família: loira, sexy e dona de clínica de estética (aliás, o cabelo dela preso é lindo, mas solto, démodé). Viviane Victorette, que fazia a confidente de Marjorie Estiano em Duas Caras, é agora a confidente de Maya. E ninguém dá bola para o Bruno Gagliasso. Rakelli está de volta (pelo menos no jeito de falar).
Boa surpresa a trama começar com um “Toca Raúl” (Seixas) e ainda ter Zé Ramalho na trilha sonora. Bacana também ter ótimos atores de volta ao folhetim das 21h, como Laura Cardoso no papel de sogra, Deborah Bloch, Elias Gleizer, Eliane Giardini, Totia Meireles e Cristiane Torloni, maravilhosa, fazendo jus à reportagem sobre rejuvenescimento da Revista Veja.
Por outro lado, percebe-se, como sempre nas novelas de Gloria Perez, uma penca de personagens (por enquanto, 53). Teve cenas meio inúteis, como amigas conversando por um tempão, ou um maluco pendurado na árvore (pelo menos o final desta última foi divertido). Até Neusa Borges ganhou um papel, depois de chorar em um programa de televisão que estava passando dificuldades.
Mas vamos aos protagonistas. O argumento é interessante (mas nem se compara ao de A Favorita, por exemplo). É curioso Bahuan ser impuro e a explicação de que não pode ser tocado. Isso causa um suspense na relação dele com Maya. Também, há contradição de valores. Do ponto de vista de estudo e emprego, ela é mera funcionária, ele é PhD em Informática. Ainda assim, na cultura, ela seria bem mais valorizada do que ele por causa da casta.
Outro ponto curioso é que, por enquanto, não há dois homens disputando a mocinha. O chavão de Explode Coração e O Clone está diferente. Afinal, o marido prometido de Maya é apaixonado por outra.
Raj tem um caso há dois anos com uma brasileira (aliás, fazendo um adendo, bem divertido ele dançando na balada como um indiano mesmo!). Veja só, já no primeiro capítulo da novela rolou um pedido de casamento e tudo! Só que Raj e Maya não devem, a priori, ficar com quem estão apaixonados. Este triângulo amoroso vai dar o que falar".
Não tem como negar que o cenário escolhido para a trama foi um acerto em cheio. A Índia, além de ser belíssima, possui costumes em partes desconhecidos por muitos brasileiros.
Ver uma nova cultura e imagens de um país tão distante já são um bom motivo para se interessar pela novela. Viúvas que se vestem de branco, homens que usam uma marca na testa são casados e colar de casamento em vez de aliança já são uma mostra das curiosidades. Nem é preciso dizer que a nova moda de brincos, roupas e lenços vai pegar, não é?
A direção da novela também está ótima, belas tomadas e enquadramentos diferentes. Muito interessante o uso de janelas e portas para fazer a transição das cenas entre Índia e Brasil. A abertura do folhetim, dinâmica e repleta de elementos da cultura indiana, ficou show de bola.
A produção de Caminho das Índias conta com detalhes impecáveis. Desde a arquitetura das casas (maravilhosas, por sinal) figurinos, flores naturais, frutas frescas no cenário. Até o escritório da casa de Raúl (Alexandre Borges) é impressionante. A foto de Deborah Bloch é linda, assim como esculturas e antiguidade. Sem contar o fusca conversível de Murilo (Caco Ciocler), um charme!
Sobre o idioma, há certa confusão. As expressões são traduzidas o tempo todo, como se os personagens não entendessem. Ok, a novela tem um desconto, que é para que nós, o público, entendamos, mas nada justifica, por exemplo, a confusão na trama.
Observe a cena em que Maya trabalha como atendente de um banco. Ela fala em inglês, e o executivo Cadori, no Brasil, fala em português. Ela continua falando em inglês, e ele, em português. Aí, ao desligar o telefone, ela começa a conversar em português com a amiga?! Ficou bem estranho.
Não vou entrar no mérito do sotaque carioquês de Márcio Garcia ou do meio caipira de Lima Duarte. Isso poderia ser mais bem trabalhado na novela.
Outro ponto meio confuso é a religiosidade do próprio Lima Duarte (Shankar). Primeiro, ele contesta a cultura e a discriminação contra os impuros, dizendo que o mesmo Deus mora em todos. Depois, ele já fala em deuses. Então, mostra o ator oras contestando os costumes, ora seguindo. Vai ver ele só contesta alguns pontos, tudo bem, mas isso também ficou meio perdido na trama. Seria mais interessante se ele fosse mais coerente, como Tony Ramos.
Outros pontos menores também chamam a atenção. São detalhes curiosos. A casa de Maya tem um jardim de inverno igual ao da novela O Clone. As danças, que fizeram sucesso na novela do Marrocos, continuam em Caminho das Índias (a pequena indiana, aliás, arrasou). A personagem Inês, revoltadinha, ouve Pitty. Os irmãos, executivos, saem na porrada dentro da empresa (bizarro).
Mara Manzan (Ashima) é a Dona Jura reloaded, com direito a barzinho e tudo. Vera Fisher faz o mesmo papel que fez em Laços de Família: loira, sexy e dona de clínica de estética (aliás, o cabelo dela preso é lindo, mas solto, démodé). Viviane Victorette, que fazia a confidente de Marjorie Estiano em Duas Caras, é agora a confidente de Maya. E ninguém dá bola para o Bruno Gagliasso. Rakelli está de volta (pelo menos no jeito de falar).
Boa surpresa a trama começar com um “Toca Raúl” (Seixas) e ainda ter Zé Ramalho na trilha sonora. Bacana também ter ótimos atores de volta ao folhetim das 21h, como Laura Cardoso no papel de sogra, Deborah Bloch, Elias Gleizer, Eliane Giardini, Totia Meireles e Cristiane Torloni, maravilhosa, fazendo jus à reportagem sobre rejuvenescimento da Revista Veja.
Por outro lado, percebe-se, como sempre nas novelas de Gloria Perez, uma penca de personagens (por enquanto, 53). Teve cenas meio inúteis, como amigas conversando por um tempão, ou um maluco pendurado na árvore (pelo menos o final desta última foi divertido). Até Neusa Borges ganhou um papel, depois de chorar em um programa de televisão que estava passando dificuldades.
Mas vamos aos protagonistas. O argumento é interessante (mas nem se compara ao de A Favorita, por exemplo). É curioso Bahuan ser impuro e a explicação de que não pode ser tocado. Isso causa um suspense na relação dele com Maya. Também, há contradição de valores. Do ponto de vista de estudo e emprego, ela é mera funcionária, ele é PhD em Informática. Ainda assim, na cultura, ela seria bem mais valorizada do que ele por causa da casta.
Outro ponto curioso é que, por enquanto, não há dois homens disputando a mocinha. O chavão de Explode Coração e O Clone está diferente. Afinal, o marido prometido de Maya é apaixonado por outra.
Raj tem um caso há dois anos com uma brasileira (aliás, fazendo um adendo, bem divertido ele dançando na balada como um indiano mesmo!). Veja só, já no primeiro capítulo da novela rolou um pedido de casamento e tudo! Só que Raj e Maya não devem, a priori, ficar com quem estão apaixonados. Este triângulo amoroso vai dar o que falar".
Fonte:
Bem, a novela estreou ontem, é cedo ainda para críticas mais duras....Vamos esperar os próximos capítulos...
Boa tarde para todos, quero ver a posse de Obama (na TV é claro)...
8 Comentários:
Genteeeemm
Alguém avisa a Tânia Kalil que é muito melhor ela ficar aqui no Brasil com o Jairzinho do que largar o emprego e se enfiar naquele país horroroso???? hahahah,não há Raj que compense o inferno q ela vai viver lá!
E pq não botaram o Alexandre Borges falando em inglês com a Maya?
Aquilo ficou ridículo!
Ah,mas descobri! Na verdade ele tava falando hindi!!! Mas pq a Maya respondeu em inglês então?
Qta confusão!
Mara Manzan (Ashima) é a Dona Jura reloaded, com direito a barzinho e tudo.
KAKKAKAALAKAKAKAKAKAKKKKKK, bem que eu pensei que conhecia esse personagem de algum lugar.... vai ficar uma mistura de Dona Jura (né brinquedo não) com a propria personagem dela no Clone (a q ia pro piscinão de Ramos e dizia "cada mergulho é um flash!" )
Aliás, eu adorava Dona Jura, ela deveria aparecer na novela, né? Não repetiram a Dona Armênia e "suas filhinhos" em 2 novelas? Poderiam fazer o mesmo com a Dona Jura. Ela abriria um bar marroquino ao lado do bar indiano (pq ela no fim das contas se casou com o véio Tio Abdul, se lembram?)
VOLTA, DONA JURA!!!!
Hehehe eu prefiro que o Tio Ali apareça na novela hahhahhahha
Os personagnes da Glória Perez são muito repetitivos. Sabe aquele ditado, time que ta ganhando não muda, pois é...
Além da dona do bar, tem ainda, a Estudantina e seus dançarinos (América), a Alicinha também voltará, mas como Letícia Sabatela... e muitos outros.
Também to na camapnha pela volta da D.Jura, sem o tio Abdul e ainda comento um bolinho no bar da indiana se despedindo com uma frase e tanta... Cada mergulho é um flash.
Putz, to fazendo uma salada tipo Casseta e Planeta.
Os personagens do Manoel Carlos tbm são repetitivos! Sempre uma coroa bonita, bem-sucedida e em busca do amor chamada Helena, um gentleman apaixonado (que já foram o Antonio Fagundes, Tony Ramos etc),uma filha chatinha (Carolina Dieckmann, Gabriela Duarte) , o Leblon e uma bossa-nova na abertura. Eu juro q até hj confundo as novelas dele!
Isso mesmo , está faltando criatividade por parte dos escritores da Plim Plim...Repetem muios personagens!Como foi lembrado pela Sheila: até dona Armênia teve seu retorno..Daqui a pouco até Odete Roitman voltará rsrsrs
Cláudia,
mas Tio Ali voltou!!! Ele cansou de ficar só dentro de casa comendo e dançando, e resolveu aproveitar estes anos de ostracismo p fazer uma faculdade.
Deu certo, ele agora é um psiquiatra famoso!!!
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